Embrapa Arroz e Feijão
Sistemas de Produção, No. 7
ISSN 1679-8869 Versão eletrônica
Setembro/2006
Cultivo do Arroz de Terras Altas no Estado de Mato Grosso

Sergio Utino
Valter José Peters

Importância econômica
Clima
Solos
Preparo do solo semeadura
Correção da acidez e fertilização do solo
Cultivares
Produção de sementes
Irrigação
Manejo de plantas daninhas
Doenças e métodos de controle
Pragas e métodos de controle
Normas gerais sobre o uso de agrotóxicos
Colheita
Pós-colheita
Mercado e comercialização
Coeficientes técnicos, custos de produção e rendimentos
Referências
Glossário
Autores

Expediente

 

Produção de Sementes

A agricultura moderna tem demandado a utilização de tecnologias que impliquem em produtividades adequadas e sustentáveis com mínimo impacto no ambiente para viabilizar o empreendimento agrícola. Dentre essas tecnologias, a utilização de sementes de alta qualidade tem destaque por influenciar diretamente a produtividade agrícola, haja vista que dela depende a maximização da ação dos demais insumos. O sucesso do empreendimento começa pela cultivar recomendada e semente de qualidade, ou seja, a cultivar que melhor se adapta à região e ao nível tecnológico que se pretende utilizar.
O produtor que não utiliza sementes fica à margem das inovações que são disponibilizadas a cada cultivar lançada no mercado. Morfologicamente, a semente é idêntica ao grão comercial, entretanto, semente é aquela produzida com a finalidade de plantio, sob cuidados especiais e obedecendo normas técnicas, procedimentos e padrões estabelecidos pela legislação.
A qualidade da semente envolve aspectos que devem ser considerados na sua conceituação, pois envolve diversos componentes numa somatória de atributos. Assim, uma semente deve se destacar pela sua qualidade genética, qualidade física, qualidade fisiológica e qualidade sanitária.
No Mato Grosso, os produtores de sementes estão situados nas regiões médio-norte, norte e leste, as principais áreas de produção de arroz no Estado. As áreas utilizadas para produção de sementes têm sido de abertura de Cerrado - as quais, ultimamente, vêm sendo desencorajadas por questões afetas à biodiversidade e mudança global do clima -, de pastagem degradada e áreas já cultivadas, inclusive com irrigação sob pivô central.
As lavouras destinadas à produção de sementes são conduzidas de forma semelhante àquelas para produção de grãos, diferindo, no entanto, em determinadas práticas culturais e legais que requerem cuidados especiais, conforme detalhado a seguir.

Escolha da área
Isolamento
Escolha da cultivar
Sementes
Semeadura
Roguing e vistorias de campo
Controle de plantas daninhas e de doenças
Colheita e secagem
Beneficiamento
Armazenamento
Padrões para produção e comercialização de sementes

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Escolha da área
No momento de escolha da área destinada à produção de sementes, ao analisar o seu histórico, deve-se considerar a cultura anteriormente plantada, a qual não deve ter sido o arroz. Sementes de cultivos anteriores podem originar plantas voluntárias que irão comprometer a pureza varietal da semente produzida. O conhecimento prévio das plantas daninhas que ocorrem na área auxilia na escolha, pois pode-se prever a dificuldade de seu controle, conforme o grau de infestação e também da retirada das sementes nocivas e silvestres no processo de beneficiamento.


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Isolamento
Mesmo se tratando de planta autógama é prudente estabelecer um isolamento acima dos 3 m – distância estabelecida pelas normas para outro plantio de arroz - pois, assim procedendo, evitam-se possíveis cruzamentos – preservando-se a qualidade genética - e os riscos da colheita em áreas contíguas – preservando-se a qualidade física.

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Escolha da cultivar
A cultivar a ser plantada deve atender à recomendação técnico-científica. Por ocasião da escolha da cultivar para plantio, o produtor deve observar as características agronômicas mais favoráveis, pois o melhoramento genético das empresas de pesquisa oferece aos produtores uma série de opções que passam por cultivares menos exigentes em fertilidade do solo e mais tolerantes à deficiência hídrica - as quais são geralmente recomendadas para solos de cerrados que apresentam períodos de veranico durante o ciclo vegetativo- até cultivares mais exigentes, mais produtivas e com boa resistência ao acamamento, sendo essas recomendadas para solos corrigidos e férteis. Dentre as características desejáveis para uma cultivar destacam-se: tolerância às doenças, principalmente brusone e manchas-dos-grãos; resistência ao acamamento; alta produtividade; boa qualidade industrial dos grãos; alto rendimento de grãos inteiros; boa classificação comercial; e boa qualidade culinária.

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Sementes
A escolha da categoria de sementes a serem plantadas depende da categoria a ser produzida, pois o plantio deverá sempre ser de uma categoria superior, de acordo com a legislação de sementes que estabelece o controle de geração visando preservar a qualidade genética das sementes. As sementes podem ser produzidas nas seguintes categorias: semente genética; semente básica; semente certificada de primeira geração (C1); semente certificada de segunda geração (C2); semente S1; e semente S2.
A critério do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (MAPA), a produção de sementes das classes não-certificadas S1 e S2, sem origem genética, pode ser feita, enquanto não houver tecnologia disponível para a produção de sua semente genética.
Com a criação da Lei de Proteção de Cultivares (LPC), o governo brasileiro deu o primeiro passo para assegurar os direitos dos obtentores de novas variedades vegetais, mediante a concessão de um certificado de proteção de cultivar. São considerados obtentores, as empresas públicas e privadas que desenvolvem programas de melhoramento vegetal e obtêm, como resultado final, uma nova cultivar. Cultivares protegidas são aquelas que, após a promulgação da lei, receberam o certificado de proteção. Cultivares de domínio público são aquelas que foram lançadas anteriormente à nova legislação ou cujos direitos de proteção foram extintos.Antes da LPC, os produtores de sementes tinham livre acesso às cultivares para multiplicação. Após essa lei, a multiplicação de cultivares protegidas só é possível mediante a autorização de seu obtentor, a qual não é necessária para cultivares de domínio público.
O Art. 115 da Lei que dispõe sobre o Sistema Nacional de Sementes e Mudas permite ao agricultor reservar parte de sua produção para sementes de uso próprio, a qual deve ser proveniente de áreas inscritas no MAPA, quando se tratar de cultivar protegida - mediante a declaração de inscrição de área e nota fiscal de aquisição da semente – e em quantidade compatível com a área a ser plantada na safra seguinte. O beneficiamento e o armazenamento da semente reservada para uso próprio, podem ser realizados somente na propriedade do usuário. O transporte dessas sementes, mesmo entre as propriedades de um mesmo usuário, só pode ser feito com a autorização do órgão de fiscalização. Esse artigo não se aplica aos agricultores familiares, assentados da reforma agrária e indígenas que multipliquem sementes para distribuição, troca ou comercialização entre si.

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Semeadura
Nos campos de produção de sementes em Mato Grosso têm-se optado por semeaduras mais tardias, durante o mês de dezembro, para que a colheita ocorra no final do período das chuvas, no final de março e abril. Tal procedimento evitam perdas por excesso de chuvas na colheita, resultando num produto com menor índice de umidade, o que facilita o processo de secagem.
Os equipamentos utilizados na semeadura merecem cuidados prévios especiais na sua limpeza, para prevenir os riscos de presenças de sementes de outras espécies ou cultivares e, assim, preservar a pureza varietal do campo. A correta regulagem da semeadora e a adequada velocidade de semeadura são essenciais para uma distribuição homogênea das sementes e do adubo, propiciando uma emergência e desenvolvimento uniforme das plantas. Menores espaçamentos determinam um aumento de produtividade, mas elevam os riscos de doenças, acamamento e estresse hídrico no veranico. Deve-se, portanto, seguir as recomendações estabelecidas para cada cultivar. O tratamento de sementes com os inseticidas e fungicidas recomendados é primordial, pois visam dar proteção às plantas durante a fase inicial do seu desenvolvimento.

Roguing e vistorias de campo
Roguing é o procedimento principal que diferencia um campo de produção de sementes e de grãos. Essa prática consiste num exame cuidadoso e sistemático do campo, com o objetivo de remover, manualmente, as plantas indesejáveis, visando, assim, preservar a pureza genética, varietal e física. O conhecimento dos descritores da cultivar plantada auxilia na identificação das plantas atípicas. Em algumas fases de desenvolvimento da cultura, o trabalho de erradicação dessas plantas é facilitado pela visualização das diferenciações físicas existentes entre as cultivares. Essa atividade, por ser manual, exige contratação de mão-de-obra temporária, o que eleva o custo de produção.
As vistorias periódicas no campo de produção de sementes têm por finalidade proceder à comparação da qualidade do campo em relação aos padrões estabelecidos pelas normas. As vistorias obrigatórias estabelecidas pela legislação são aquelas que ocorrem na floração e na pré-colheita; porém, quanto mais vezes o produtor fizer o acompanhamento do seu campo de sementes, maiores serão as chances de conseguir tomar as medidas corretivas a tempo. Na vistoria de floração, as flores estão receptivas, e a antera, liberando pólen – momento em que é possível diferenciar as plantas atípicas de ciclo mais precoce. Na vistoria de pré-colheita, as sementes alcançam a maturação fisiológica, sendo essa a época ideal para proceder ao roguing, pois as plantas atípicas (Figura 1) são mais fáceis de serem identificadas pelas diferenciações.

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Controle de plantas daninhas e de doenças
As plantas daninhas causam perdas nas lavouras pela concorrência de nutrientes, água, luz, podendo também serem hospedeiras de pragas e doenças. A utilização de sementes de boa procedência previne a ocorrência de novas espécies em áreas ainda não-infestadas, reduzindo a sua disseminação. Vale lembrar que a legislação estabelece limites de tolerância para a ocorrência dessas sementes. Num campo de sementes, a ocorrência de plantas daninhas, além da concorrência, dificulta a visualização das plantas de arroz nas vistorias de campo.
Os padrões de campo estabelecem limites de tolerância para plantas nocivas, mais especificamente do arroz vermelho, cujas altas taxas de alogamia e degrana das sementes podem permanecer no solo por muitos anos, constituindo-se em fator limitante para produção de sementes em áreas cultivadas por arroz, dada a dificuldade para erradicar essa planta.
Os padrões de laboratório estabelecem limites para ocorrência de sementes silvestres e nocivas; portanto, deve-se estar atento para a presença desses contaminantes nos campo de produção de sementes. Daí a importância de se adotar medidas preventivas culturais, físicas e químicas que visem o controle de plantas daninhas.
No campo de produção de sementes deve-se efetuar um controle preventivo para preservar a qualidade sanitária das sementes, pois diversas doenças são transmitidas através delas, constituindo-se na fonte de inóculo primário.
O tratamento das sementes, ou das plantas, com fungicidas é um procedimento eficiente no controle de doenças, principalmente as da parte aérea. A correta aplicação de fungicida nas épocas indicadas dá a devida proteção para a planta, sobretudo contra a brusone. Na produção de sementes de arroz, devem ser feitas duas aplicações: a primeira, uma semana antes do início da emissão das panículas, e a segunda, quando 1% a 5% das panículas já estiverem emitidas.

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Colheita e secagem
A colheita é feita quando as plantas se encontram na fase de maturação, com umidade entre 16% e 20%. O processo de colheita deve ser realizado cuidadosamente para evitar misturas varietais e danos mecânicos nas sementes. A atenção na limpeza da colhedora e de todos os equipamentos envolvidos na operação deve ser redobrada para prevenir as misturas varietais, principalmente quando ocorrer mudança de cultivares. Os danos mecânicos nas sementes determinam perda da sua qualidade fisiológica. Assim, é muito importante uma correta regulagem da colhedora.
Quando as sementes chegam do campo na unidade de beneficiamento normalmente estão com teor de umidade que não permite o seu armazenamento. Deve-se, portanto, proceder à secagem imediata. O armazenamento de sementes com elevado teor de umidade gera o aquecimento na massa de grão, por meio da fermentação e desenvolvimento de fungos, que irão comprometer a qualidade fisiológica das sementes.
No processo de secagem de sementes são utilizados secadores estacionários intermitentes que permitem maior controle na temperatura e uniformidade de secagem e facilidade na limpeza do equipamento. Quando se trata de secagem de sementes, a temperatura na massa de grãos é diferente, a qual deve ser inferior para não afetar a germinação e vigor das mesmas. Temperaturas mais elevadas são utilizadas para secagem de grãos, pois não existe a preocupação com a qualidade fisiológica.

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Beneficiamento
Após a colheita, as sementes não estão em condições de serem comercializadas, necessitando passar pelo processo de beneficiamento para retirar as impurezas, as sementes de plantas daninhas e as de outras espécies, bem como padronizar as sementes para plantio. Para tanto, são utilizados equipamentos que separam as sementes de suas impurezas. Para que isso ocorra é preciso que as sementes e seus contaminantes apresentem diferenciação nas características físicas. O processo de beneficiamento começa pela máquina de pré-limpeza, que faz a limpeza inicial, retirando as impurezas mais grosseiras, através de ar e peneiras, antecedendo a secagem das sementes. Na etapa seguinte, máquinas de ar e peneiras específicas separam as impurezas maiores e menores que as sementes, através de peneiras e o fluxo de ar, que retiram as impurezas leves. A mesa densimétrica separa as sementes pelo seu peso específico.A separação das sementes e das suas impurezas mais curtas, tais como grãos quebrados e sementes silvestres que não foram retiradas anteriormente, é feita pelo trieur ou separador de cilindro alveolado. A eficiência no processo de beneficiamento dependerá da utilização e correta regulagem dos equipamentos em cada uma das etapas. Vale ressaltar que, na mudança de cultivares no processo de beneficiamento, todas as máquinas e equipamentos envolvidos têm de passar por uma rigorosa limpeza para retirar as sementes remanescentes do beneficiamento anterior.

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Armazenamento
Compreende o período em que, após o beneficiamento, as sementes permanecem no armazém até a época adequada para a sua comercialização ou semeadura. Se os devidos cuidados no processo de armazenagem não forem seguidos, pode ocorrer o comprometimento da sua qualidade.
A condição ideal para armazenamento de sementes é de baixas temperatura e umidade. Os armazéns devem ser ventilados, e as sacarias, dispostas sobre estrados de madeira, evitando o contato direto com o piso. Por serem higroscópicas, as sementes absorvem umidade do ar atmosférico, por isso, em locais de clima úmido, sua armazenagem deve ser mais cuidadosa. Em caso de infestação por insetos de armazenamento, deve-se fazer o expurgo com produtos à base de fosfina que não interferem na germinação das sementes.

 
Fig.1. Plantas atípicas em lavouras de arroz.
Foto: Sergio Utino - Embrapa Transferência de Tecnologia

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Padrões para produção e comercialização de sementes
A Instrução Normativa nº 25, do MAPA, de 16 de dezembro de 2005, trata dos padrões para produção e comercialização de sementes de arroz, os quais são relacionados no Quadro 1.

 

Quadro 1. Padrões para produção e comercialização de sementes de arroz, conforme a Instrução Normativa nº 25 do MAPA, de 16 de dezembro de 2005.

1. Espécie Arroz
Nome científico: Oryza sativa L.
2. Peso máximo do lote (kg) 25.000 25.000

3. Peso mínimo das amostras (g):

 

Amostra submetida ou média

1400

Amostra de trabalho para análise de pureza

70

Amostra de trabalho para determinação de outras sementes por número

700
4. Padrão
PARÂMETROS PADRÕES

4.1. Campo

Categoria

Básica C1 1 C2 2 S1 3 e S24
Rotação (Ciclo agrícola)5
2
2
2
2
Isolamento (metros)
Plantio em linha
3
3
3
3
  Plantio a lanço
15
15
15
15
Fora de tipo (plantas atípicas)6
(nº máximo)
1/2.000
1/1.000
1/1.000
1/500
Outras espécies cultivadas7
-
-
-
-
Plantas de espécies nocivas Arroz vermelho
zero
zero
1/10.000
1/5.000
Arroz preto
zero
zero
zero
zero
Pragas8 Número mínimo de vistorias9
2
2
2
2
Área máxima da gleba para vistoria (ha) Irrigado
30
30
30
30
Sequeiro
50
50
50
100
4.2. Semente
P Semente pura
(% mínima)
99,0
99,0
99,0
99,0
U  
R Material inerte10 (%)
-
-
-
-
E
Z Outras sementes (% máxima)
A
0,05
0,05
0,1
0,1
Determinação de outras sementes por número (nº máximo)

Outra espécie cultivada11

1
1
1
1
Semente silvestre11
1
1
1
1
Semente nociva tolerada12
Arroz vermelho
zero
zero
1
2
Outras
1
1
2
2
Semente nociva proibida12
zero
zero
zero
zero
Germinação (% mínima)
8013
80
80
80
Pragas14
5. Validade do teste de germinação15 (máxima em meses)
10
10
10
10
6. Validade da reanálise do teste de germinação15 (máxima em meses)
8
8
8
8
7. Prazo máximo para solicitar a inscrição de campos (dias após o plantio)
30
30
30
30
1 Semente certificada de primeira geração.
2 Semente certificada de segunda geração.
3 Semente de primeira geração.
4 Semente de segunda geração.
5 Quando se tratar da mesma cultivar, pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte. No caso de mudança de cultivar na mesma área, devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior.
6 Número máximo permitido de plantas, da mesma espécie, que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar.
7 É obrigatória a eliminação de plantas de outras espécies cultivadas no campo de produção de sementes.
8 Controlar as pragas, a brusone (Pyricularia grisea), a mancha-parda (Bipolaris oryzae) e outras doenças, mantendo-as em níveis de intensidade que não comprometam a produção e a qualidade das sementes.
9 As vistorias obrigatórias devem ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador, nas fases de floração e de pré-colheita.
10 Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes.
11 A determinação de “Outras Sementes por Número em Teste Reduzido - Limitado” será realizada em conjunto com a análise de pureza.
12 Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza, observada a relação de sementes nocivas vigente.
13 A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 pontos percentuais abaixo do padrão, desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste.
14 Observar a lista de Pragas Quarentenárias A1 e A2 vigente no País.
15 Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído.
Fonte: MAPA - MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E DO ABASTECIMENTO.

 

Todos os direitos reservados, conforme Lei nº 9.610.

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