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Para se ter sucesso na produção alternativa de frangos de corte, há necessidade de profissionalização dos produtores, comerciantes e administradores. Por tratar-se de atividade geradora de mão de obra e divisas para o município, o Estado e a União, e envolver alto risco, o município deve dar suporte técnico aos empreendedores. Esse suporte deve vir de equipes de assistência técnica capazes de localizar nas instituições de fomento e pesquisa, no Brasil e no exterior, e também nas organizações não governamentais, informação técnica que possa ser repassada aos interessados, além da responsabilidade técnica pela qualidade dos produtos produzidos no município, principalmente em se tratando de produtos de origem animal.
Neste documento estão organizadas as recomendações que permitirão aos profissionais da assistência técnica e os próprios produtores a elaborarem projetos completos de produção alternativa de frangos, considerando todas as etapas do processo, isto é desde a granja até o consumidor final.
Comprende-se por produção alternativa de frangos de corte, todas as atividades de produção de frangos que não estejam contempladas na linha industrial normal de produção de frangos de corte. Entretanto, por razões de normatização pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento-MAPA apenas o sistema de produção caipira ou colonial é descrito neste documento. As principais variações desses sistemas como por exemplo o sistema agroecológico de produção, no qual todos os insumos devem ser produzidos na propriedade rural é apenas comentada para diferenciação em relação aos sistemas aqui descritos.
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