Embrapa Florestas
Sistemas de Produção, 5
ISSN 1678-8281 Versão Eletrônica
Nov./2005
Cultivo do Pinus

Jarbas Yukio Shimizu
Moacir José Sales Medrado

 

Apresentação
Espécies
Preparo de área
Produção de mudas
Doenças
Pragas
Sistemas de plantio
Adubação
Manejo
Importância sócio-econômica
Coeficientes Técnicos e Custos
Sistemas agroflorestais
Gerenciamento/SISPINUS
Certificação
Referências
Glossário

Expediente
Autores


 

Espécies de Pinus são plantadas em todo mundo, e valorizadas pelas seguintes características:

a) madeira de cor clara, variando de branca a amarelada

b) madeira de fibra longa, apropriada para fabricação de papel de alta resistência para embalagens, papel de imprensa e outros tipos de papel

c) possibilidade de extração de resina, em escala comercial, em algumas espécies

d) rusticidade e tolerância, possibilitando o plantio em solos marginais para agricultura e, assim, agregar valor à terra com a produção adicional de madeira, formação de cobertura protetora do solo e reconstituição de ambiente propício à recomposição expontânea da vegetação nativa em ambientes degradados

e) valor ornamental para arborizações e paisagismo

No Brasil, os pinus vêm sendo plantados há mais de um século, tendo sido, inicialmente, introduzidos para fins ornamentais. Somente a partir de 1950 é que foram plantadas em escala comercial para produção de madeira. O principal uso deles é como fonte de matéria-prima para as indústrias de madeira serrada e laminada, chapas, resina, celulose e papel. O estabelecimento e o manejo de florestas plantadas com pinus vem possibilitando o abastecimento de madeira que, anteriormente, era suprido com a exploração do pinheiro brasileiro. Assim, essa prática estabeleceu-se como uma importante aliada dos ecossistemas florestais nativos pois vem suprindo uma parcela cada vez maior da necessidade atual de madeira.

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